quinta-feira, 23 de agosto de 2007

Um churro! Um churro! Meu reino por um churro!

Estava eu ontem, subindo a Afonso Pena, rumo a um compromisso, quando passo por um tio que vendia churros. Não parei, pois estava correndo contra o tempo e tinha menos de dez minutos para chegar até meu destino. Mas, no caminho eu já planejava comprar um churrinhos daquele na volta! O que era aquilo? Aquele cheiro punha água na boca de qualquer pessoa!
O que acontece é que saí meio tarde, já eram lá pelas 17h30, por aí. Desci a avenida até o centro, olhando minuciosamente, mas cadê o tio dos churros? Simplesmente, desapareceu! Mas, era a ossa da ossada eu ir pra casa ontem sem deliciar esse tão atrativo quitute da culinária das ruas. Procurei por várias esquinas, até que finalmente encontrei um outro tio que vendia churros. Pensei:
“Opa! Ganhei o dia!”.
Muito estranho. O senhorzinho estava meio nem aí pra paçoca (muito menos para os churros). Olhei dentro do carrinho e vi que lá dentro só tinham três ou quatro churros. A essa altura do campeonato, eram 18h. Isto é, o nobre senhor já havia vendido tudo durante o dia todo, e aquilo eram as sobras. Mas sabe quando que eu cheguei a essa conclusão? Só depois que eu já tinha comprado o bendito do churro. Ma va! EU PEGUEI A XEPA DOS CHURROS!!!! Que “réiva”! O churro estava frio, o recheio estava frio. Fiquei tão decepcionado que cheguei a sentir um leve gosto de ranço na boca.
Fui fisgado por uma propaganda (a do cheiro maravilhoso), mas não comprei do mesmo “anunciante”, ou seja, era um risco a se tomar...
Nunca mais na minha vida vou comer churro às seis da tarde.

Coldplay
“Beautiful World”

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