terça-feira, 6 de maio de 2008

Momento futilidade pública: Eu e Piggo

Todo mundo tem seus dois segundos de miguxice e/ou futilidade, não é mesmo? Então lá vou eu...

Piggo é meu porquinho de pelúcia.

PAREDE diz: MMUAUAHUAHAUHAAHUHAHUAHUUHA! Ninguém merece!!!

Pois saibam, paredes insossas, que Piggo é um achado. Desde que o adquiri nunca vi em lugar nenhum qualquer porquinho de pelúcia tão peculiar quanto ele - na verdade, nunca vi um porco de pelúcia além dele. Agradeço meu amigo Jones pelo nome. Na verdade não foi ele que deu o nome, mas ele surgiu em uma conversa que eu estava tendo com Jones, que coleciona sapos de pelúcia... WoooOW!


O fato é que, também, além de ser fofo, Piggo cabe na minha mão! Bem pequenininho.
Vamos às fotos...:

Essa acima é antiga e tremida.
Essas acima são mais recentes. ;-D


Urso é o caralho! O lance é ter porco de pelúcia _O/
E eu nem sou palmeirense nem nada... hehe



Vapnet
"Toméegränd"

segunda-feira, 5 de maio de 2008

"Um xôl de emepebê"

Olá, estimadas paredes. Quanto tempo não venho perder meu tempo dar o ar da graça por aqui. Pois é, mas é que dessa vez aconteceu algo interessante. Fui ontem ao show da Vélia, ops, Zélia Duncan. Foi bem em cima da hora, quase não deu tempo, afinal algumas amigas minhas – as quais nem citarei – desmarcaram de última hora. Mas não teve crise, pois consegui a companhia da Nanda – valeu Nandaaah_o/ - e consegui ver o bendito do show lá.
Ainda tive a sorte de encontrar a Carol Brito – graaaande Carol – que eu também não via há um bom tempo. E, felizmente, vi poucas pessoas desagradáveis na multidão. Só encontrei um velho conhecido das minhas épocas de catolicismo – argh! – fazendo coisa feia. Tipo... naqueles tempos antigos, assaz antigos, o ser vivo era seminarista, mas vi ele passando com a ‘tchurma’ (bem Boça essa história de ‘tchurma’, mas enfim) dele, falando palavrão o.O Foi um “mas é FODA né meu!” bem alto, deu pra ver bem que ele tinha mudado bastante. Beeeeeem bastante. Duvido que tenha tornado-se padre mesmo.
O legal mesmo foi um povo do “Free Hugs – Abraços Grátis” que estava zanzando entre a platéia do show. Ah, legal! Lá fui eu... estava andando com mãos dadas à Nanda, para que um não se perdesse do outro, quando vi uma menina com um cartaz escrito “me dê um abraço”. Maravilha... lá fui eu abraçá-la. Tipo... ela se esquivou dando chilique, deu um gritinho como se quisesse dizer “sai daquiiiii”, e acabei sem abraçá-la. PEDE PRA SAIR!!!! Fico pensando “será que eu amedrontei ela, e ficou parecendo que eu era um urso dando o bote?” HIUAHIUOHIUAHIUO. Outra coisa que pensei foi “pode ser Free Hugs, mas não se esqueça... ainda assim é uma campo-grandense”. Só sei que não a abracei.
Qual não foi derrota assim grande, pois quando nós estávamos de saída, demos de cara com um grupo de Free Hugs, formado por três caras. HUAAAAAAAAAAAAAAAHUHAHAUAHUA!!! “Um abraço... um abraço, sem compromisso”. Sei só que, no final, a Nanda os abraçou e, um deles disse assim “Dá um abraço aê, velho... numa boa”... Situação hilária! Acabei abraçando os três também.
Só deu errado que acabei voltando pra casa bem cedo, e nem bebi tudo que eu gostaria de ter bebido. Na verdade, não bebi uma gota de álcool, água, refrigerante, soda cáustica, nada... Mesmo assim, foi uma noite assaz produtiva.
O show foi encerrado com a música “Alma”. A música é bem legal, mas não é a minha preferida. Na verdade, nem gosto tanto da Zélia assim, mas o importante é a COOLtura. (trocadalho?) E essa é a música que, não estou ouvindo agora... mas ouvi, é o que interessa.

Zélia Duncan
“Alma”